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O que é mesada?

31 de março de 2021

5 minutos de leitura

por Lendico

Mesada

Mesada: positivo ou negativo para a educação dos filhos?

Você sabe que aqui na Lendico nós damos muito valor à educação financeira, e é por essa razão que produzimos tantos conteúdos sobre investimentos e planejamento orçamentário.

Dito isso, desta vez resolvemos falar sobre a importância de ensinar os filhos a dar valor ao dinheiro desde cedo.

Ganhar mesada pode parecer algo pouco necessário e uma forma de mimar as crianças, mas é através dela que se começa a compreender quanto é preciso economizar para comprar algo novo, ou lidar com frustrações como quando não é possível trocar de vídeo game em um curto espaço de tempo.

Enfim, a mesada é o dinheiro que pais e familiares dão aos mais jovens em determinados períodos de tempo. Mas é muito mais do que isso. Pode ser uma mesada educativa, onde a criança é acompanhada e orientada a pensar sobre os benefícios de poupar e de entender o valor e o preços de tudo. Com isso, se feito da maneira correta, pode ajudar na formação de adultos mais conscientes.

Além das dicas que vamos dar aqui, você também pode conferir nossa indicação de 9 livros para ensinar finanças para as crianças.

Mesada de acordo com a idade

É claro que você não pode dar o mesmo valor durante todo o desenvolvimento dos seus filhos. O ideal é que a mesada seja correspondente com os desejos e necessidades deles enquanto crescem. Tudo bem, mas como definir o valor?

Mesada para crianças

  • Crianças até os 6 ou 7 anos, estão começando a compreender a relação entre ter dinheiro e o utilizar para possuir ou consumir coisas. O desejo começa a ser expressado com mais afinco. Principalmente por ser a fase onde estar entre outras crianças que possuem diferentes brinquedos, roupas e materiais escolares é constante. Nesse caso, pequenos valores e até mesmo moedas podem ser dados a eles. Moedas são interessantes para compreender volume e quantidade de dinheiro. Já nessa idade, seja o 1º a dar um cofrinho a eles. Ou ainda uma pequena carteira, introduzindo a ideia de que eles não precisam usar todo o dinheiro.
  • A partir dos 7 ou 8 anos as crianças se desenvolvem com mais rapidez, principalmente no convívio escolar. Adição e subtração começam a ser realizados. Sendo assim, a vida financeira passa a ser mais ativa. Seus filhos podem começar a entender melhor a diferença entre preços de produtos concorrentes, por exemplo. Se for possível, torne a mesada algo semanal, para lhe dar a noção de um período de tempo exato onde a criança receberá aquilo. E oriente-a sobre a importância de fazer o dinheiro durar a semana toda, sem esquecer de poupar.

Mesada para adolescentes

Dos 11 ou 12 anos em diante, chegamos no momento ideal para trazer para a criança a ideia do ciclo mensal. O qual é utilizado no Brasil, na grande maioria dos casos. A partir desse ponto é interessante começar a conversar com seus filhos sobre o planejamento de médio e longo prazo, como uma poupança para comprar algo maior e que ele sonha muito em ter.

Quando começar a dar a mesada e que condições estabelecer?

Não existe um consenso absoluto sobre o momento ideal para começar a dar mesada aos seus filhos. Ainda que muito se fale sobre a faixa entre 6 e 7 anos. O motivo é o de que você consegue aproveitar todas as fases de desenvolvimento deles, e usá-las para introduzir aos poucos os conceitos de uma vida financeira saudável. Ainda assim, mesmo que seus filhos já sejam mais velhos e não tenha passado na sua cabeça iniciar essa prática desde cedo, comece já.

O mais importante é que em algum momento a criança ou o jovem tenha acesso a esse tipo de informação. Desse modo, é possível que eles comecem a se planejar por si mesmos.

Além da necessidade de colocar as crianças em contato com o dinheiro, muito se fala em regras estabelecidas para o recebimento da mesada, ainda que para esse assunto também não exista um consenso, ainda que uma coisa esteja muito próxima de um: o ideal é não associar boas notas e bom rendimento escolar ao recebimento da mesada. Ainda que o velho “estudar é bom para você” seja difícil de incutir em algumas crianças, em algum momento ela precisa saber que quem lucra com o estudo é ela e seu futuro.

Dessa forma, dizer a uma criança que ela apenas receberá a mesada se for bem na escola, é dizer que essas duas coisas estão diretamente ligadas, quando na verdade ambas são lições boas para o aprendizado. O que muitas pessoas fazem é não cortar, mas reduzir o valor em caso de mau comportamento ou a não realização das atividades domésticas, por exemplo. Todas essas coisas também são importantes para a vida, mas assim como adultos podem “sentir no bolso” os problemas do cotidiano, por que não os filhos?

Quanto dar de mesada?

Essa é a pergunta que todos se fazem na hora de dar mesada às crianças, e muitos usam os amigos dos filhos como base para definir o valor. Essa pode ser uma estratégia, mas lembre-se que, acima de tudo, a mesada é uma possibilidade de desenvolvimento para a criança. Então, veja bem a sua realidade e quanto é possível você dispor.
Tente sempre começar com menos do que pode. Em casos de crise ou algum problema financeiro, você não precisa diminuir o valor, o que teria que fazer caso desse sempre o seu limite.

Além disso, caso seja possível, é sempre melhor ajustar para cima do que para baixo. Por fim, ficou com dúvidas? Deixe nos comentários.

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