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Empréstimo com juros baixos

08 de dezembro de 2020

7 minutos de leitura

por Lendico

O sistema financeiro brasileiro oferece uma série de possibilidades de crédito para quem precisa de dinheiro. Com tanta oferta, como escolher um empréstimo com juros baixos e fazer o melhor negócio?

Já adiantamos que tudo depende das suas condições. Isso é, o seu regime de trabalho, salário, se você tem bens para dar como garantia e, principalmente, o seu histórico de pagamentos.

Como saber se os juros estão baixos


É importante saber comparar as coisas. Ou seja, compare banana com banana. Queremos dizer que uma modalidade de empréstimo não pode ser comparada com a outra, já que existem riscos diferentes em cada tipo de operação.

Um exemplo, um empréstimo com que usa bens como garantias provavelmente vai ser mais barato que o cheque especial. Isso porque a empresa financeira pode tomar o bem do cliente em caso de não pagamento, diminuindo assim o prejuízo.

Outra coisa que deve ser considerada é a análise de crédito. Quanto mais criteriosa, maior a chance de a oferta ser mais adequada ao cliente e barata.

Por fim, cuidado com o prazo. Por menor que seja a taxa, um empréstimo que se alonga muito acaba ficando caro porque são sempre cobrados juros sobre juros. Ou seja, quanto maior o prazo, mais caro fica.

Empréstimos com os juros mais altos

Antes de falar as categorias de empréstimo com juros baixos, vamos falar dos com os juros mais altos e que devem ser evitados, se possível.

Cheque especial

Pode parecer estranho, mas o famoso cheque especial é uma modalidade de empréstimo. Por ser um crédito pré-aprovado, ele fica caro porque o banco não faz uma análise criteriosa para a contratação. Em geral o limite já está disponível e o cliente usa quando quer.

Ele deve ser evitado e usado somente em emergências, quando há a certeza de receber algum valor para pagar o cheque especial em alguns dias. Se você caiu no cheque especial, veja como você pode quitar o cheque especial.

Empréstimo para negativado

Ficar negativado não é uma situação fácil e difícil de sair. E, infelizmente, uma restrição no nome mostra para as empresas financeiras que você pode não ter um bom controle das suas finanças, causando um aumento no valor dos juros que são cobrados.

Claro que cada instituição faz o seu cálculo de um jeito e pode ou não considerar a negativação. Veja a explicação que o economista Flávio Calife, da Boa Vista SCPC deu do porque desse valor elevado:

Cartão de Crédito

Na verdade é uma modalidade de crédito, mas que pode ser encarado como um empréstimo já que uma instituição financeira empresta o dinheiro para um pagamento com o compromisso do pagamento futuro. Se pago em dia, não há problemas, já que não existe neste caso a cobrança de juros.

Mas não caia na armadilha de pagar um valor menor que a fatura. Porque neste caso, os juros serão bem altos. Esse é um dos tipos mais perigosos de dívidas, já que ela cresce todo mês mesmo que você pare se usar o cartão. Então, tenha cuidado. Aqui falamos mais sobre como quitar o cartão de crédito.

Empréstimo pessoal em lojas físicas

Há uma série de financeiras que oferecem empréstimo pessoal em lojas físicas espalhadas pelas cidades. Esse tipo de modalidade costuma ter a taxa mais cara, já que a loja tem o custo de manutenção e atua como correspondente bancária de bancos. Logo, o custo da comissão da loja é incluído no empréstimo.

Empréstimo com juros baixos

O empréstimo consignado

A modalidade apresenta uma das melhores taxas de juros do mercado, mas é oferecida somente a aposentados e pensionistas do INSS, além de colaboradores de empresas privadas que possuem convênio com o banco. A taxa de juros é reduzida, pois como o pagamento ocorre por desconto na folha de pagamento, o risco do banco sofrer inadimplência é muito menor do que o de um empréstimo pessoal sem garantia.

Empréstimo com bens como garantia

Nessa modalidade de empréstimo, você pode oferecer o seu imóvel ou veículo como garantia. A taxa de juros pode ser menor do que a de um empréstimo consignado, entretanto, apresenta um risco bem alto, pois caso não consiga honrar com o débito, há chances da instituição financeira tomar o bem para amortização a dívida vigente. Logo, pense bem antes de escolher essa opção.

Antecipação do Imposto de Renda

Mesmo sendo considerado como empréstimo pessoal, a taxa de juros é reduzida porque o banco debita o valor do adiantamento assim que o depósito da restituição do Imposto de Renda (IR) ocorre. Lembramos que a opção é oferecida pelo banco indicado durante o preenchimento da declaração do IR vigente.

O risco oferecido nesse caso é do cliente cair na malha fina e ter uma valor de restituição menor do que o que foi emprestado pelo banco, o que pode causar uma dívida que não está pronto para pagar. Tenha atenção antes de optar por esta solução de crédito.

13º salário fora de época

Uma alternativa é solicitar a antecipação do 13º salário ao seu banco. Na maioria dos casos, ele apresenta uma taxa de juros menor do que a oferecida em outras linhas de crédito, como a do cheque especial. Contudo, a desvantagem em solicitar a antecipação da quantia é que você ficará sem ela na época do ano com o maior volume de gastos, Natal e Ano Novo.

Empréstimo pessoal em bancos

Podemos considerar dentro da categoria de empréstimos com juros baixos, mas tenha cuidado. Embora bancos sejam em geral mais baratos que lojas físicas, eles ainda podem ter custos elevados. Outra desvantagem é a falta de pesquisa, já que você somente pode fazer no seu banco. Com menos concorrência, o valor sobe.

Empréstimo Pessoal Online

Empresas como a Lendico, oferecem empréstimo pessoal online com valores bem mais vantajoso, pois como não possuem agências, o custo da operação é reduzido e essa vantagem é passada para os tomadores de crédito. Outra vantagem é a concorrência, já que qualquer pessoa pode fazer um pedido. Por isso, as taxas de juros estão entre as melhores do mercado.

É uma opção para quem busca empréstimo pessoal com juros mais baixos, sem ter que dar garantias como imóveis, automóveis ou consignação.

O que é CET

Cuidado com o CET na hora de contratar um empréstimo

O Custo Efetivo Total (CET) é quanto o cliente efetivamente paga em um empréstimo. Ele é a soma dos valores dos juros cobrados pela instituição financeira, mais o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e demais taxas que podem ser cobradas, como seguros ou taxa de abertura de conta, por exemplo.

Aqui na Lendico, nosso CET é composto somente pelos juros e o IOF, que é obrigatório. Aqui você pode ver com mais detalhes como funciona o CET.

Cuidados na hora de escolher o empréstimo ideal

Compare o CET

É esse valor que deve ser comparado, não somente a taxa de juros de um empréstimo. Afinal, é esse o valor que será verdadeiramente pago.

Observe os prazos

Empréstimos mais longos são mais caros. Isso porque esse tipo de operação financeira cobra juros sobre juros. Portanto, por menor que seja a taxa, um prazo mais longo faz com que o crédito fique mais caro.

Valor do empréstimo

É importante pegar o valor que você realmente precisa, nada a mais. Afinal, quanto maior o valor, mais você vai precisar pagar e em mais tempo.

Pesquise sobre a financeira

E claro, pesquise sobre a empresa que você está cotando. Uma dica é olhar as redes sociais e se a empresa aparece na imprensa. E nunca, em nenhuma ciscunstância, faça pagamentos antecipados. Isso é uma prática criminosa.

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